Avançar para o conteúdo principal

O peso da amizade!

Resultado de imagem para good friends
Feelme/O peso da amizade!Tema:Sentimentos!
Os dias não mudam nada por serem dias de alguma coisa. O que poderá mudar é a nossa percepção da importância que os outros têm na nossa vida.

Os amigos são flores raras, daquelas que não encontramos nas floristas mais comuns. Eles partilham até o que apenas nos atrevemos a pensar. Choram connosco e vão-se rindo dos disparates que deixamos colar em nós, como se de uma segunda pele se tratasse. Os amigos não precisam de razões para estarem juntos e os mais fortes desculpam o indesculpável. Os amigos conhecem a nossa história de trás para a frente e por vezes confundem-se com o que já somos.

É aos amigos que vamos bebendo, como se de uma fonte se tratassem. Deles vem o que nos falta e com eles chegamos onde não temos coragem. Quando somos reais e verdadeiros, festejamos os seus sucessos como se fossem nossos, mas não cedemos perante as suas derrotas porque teremos que os levantar.

O peso da amizade nunca foi verdadeiramente determinado, mas certamente que não caberá em nenhuma balança, tal como não existe forma de o medir. O que classifica a amizade que temos e sentimos por alguém, é a capacidade de estarmos sempre por perto, de pedra e cal até quando nos desapontam. Todos o farão de uma forma ou de outra, porque falhar é o que nos permite melhorar e como falharei eu também, perdoou o que preciso de ver perdoado.

Aos amigos que o são nas mais variadas horas da vida, desejo que vão cuidando de quem os cuidará, até que se misturem de forma perfeita, porque hoje terão que encontrar um modo de encaixar o ontem do outro, arrastando-o se necessário para que tenha sempre um amanhã mais suave.

Obrigada aos poucos amigos que tenho, mas que nunca me falham!

Mensagens populares deste blogue

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…