Avançar para o conteúdo principal

Será mesmo isto?

Silhouette of Grass Fields
Feelme/Será mesmo isto?Tema:Sentimentos!

Será mesmo isto? Será que sabemos, que temos a certeza de que é isto, de que é desta forma que queremos viver a única vida da qual nos recordaremos?

Quantas vezes por dia paramos realmente para pensar na forma como nos conduzimos?
Quantas vezes ouvimos o que estamos a dizer, percebendo e sentindo cada palavra?
Quantas vezes somos capazes de dizer aos que amamos, tudo o que se nos vai dentro, sem pesar nem medir nada, apenas colocando cada pedaço de nós misturado com os sentimentos que nos estiverem a preencher no momento?

Eu quero deixar obra feita, quero recordar-me do que fiz com um sorriso nos lábios, sentindo que cada lágrima será de prazer por todos os momentos bons que acabaram a superar os maus. Quero ter a certeza de que fiz TUDO, que persegui realmente os meus sonhos e que apenas deixei o que não tive mãos para segurar. Quero que toda eu, e não apenas partes de mim, esteja em cada momento que me souber oferecer e estando de braços abertos para os que chegarão sem o meu controle.

Se penso demasiado? CLARO, não sei deixar de o fazer, mas já não me massacro, não me culpo se não consigo, motivo-me para continuar e para saber esperar,  porque se depender de mim, não terei como me desiludir.

Não sou uma loba solitária, LONGE disso, soube rodear-me dos que fazem a diferença e ainda consigo receber muitos mais no meu colo, porque o meu coração nunca se fecha, ele tem uma capacidade inexplicável de acreditar que MUITOS mais existirão por aí, capazes de me dar o que já dou, sendo o que vejo no meu reflexo.

Será mesmo isto que quero da minha vida? NÃO. Quero mais, vou ter mais, vou ser bem mais do que sou hoje e que venha quem me consiga convencer do contrário!

Mensagens populares deste blogue

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…