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Mensagens

A mostrar mensagens de Agosto, 2017

Por vezes vemos a vida ao contrário!

Por vezes vemos a vida ao contrário e alguém que até já passou por diversas vezes e para quem olhámos, sem ver realmente, acaba por nos deixar algo diferente e é aí que tudo muda.

Por vezes não é à primeira, nem sequer à segunda, que a pessoa supostamente certa, chega até nós e fica. Por vezes não vemos porque não nos apetece, porque nos dará algum trabalho e mudará a nossa visão da vida. Por vezes o interior completa todo o quadro e acabamos surpreendidos com a nossa capacidade de amar alguém que parece estar tão fora, que não terá como caber. Por vezes somos apenas parvos e decidimos perder tempo precioso, perseguindo o arco-íris e esquecendo-nos de todas as cores que estão ao alcance de um toque.

Nem sempre as rádios transmitem as músicas de que gostamos mesmo, por isso vamos sintonizando, mudando, girando os botões até que acertemos, mas quando chega aquela que nos põe de imediato a mexer, passamos a ouvir com mais atenção, a alargar o leque, a variar e a conseguir perceber que exi…

O que é que eu te passo?

O que é que eu te passo? Mesmo que não me caiba a mim dá-la, sei o que gostaria de te passar. Para começar segurançatranquilidade, um coração a bater compassado, mas que eu soubesse movimentar de cada vez que me aproximasse. Depois desejo, sempre, a cada minuto, quando te soprasse as palavras que te mudariam os dias, de cada vez que te dissesse que te amo e acontece que amo mesmo.

Não sei exactamente o que te passo e se chego da forma certa, daquela que esperas, mas quero ser diferente de tudo, quero que te sintas completo, próximo de mim, confiando que podes confiar, e acreditando que só te quero a ti, porque nem sei como se gosta de mais do que uma pessoa de cada vez.

Acreditar é a base, depois basta ir construindo, um tijolo de cada vez, usando a colagem certa, mas podendo reabrir espaços e renovando a planta inicial. Acreditar dá-nos o que aos outros falta, sobretudo segurança, e afasta os medos inevitáveis.

O que é que eu te passo?

Eu sei que te quero passar a certeza de que estás…

Conversar TAMBÉM é bom, certo?

Claro que conversar também é bom, mas parece que ninguém o quer fazer nos dias de hoje, não quando existem coisas BEM mais interessantes. Agora estamos mais na era do "embora lá tratar disto" e para ISTO não temos que perder demasiado tempo, até porque a intenção não é manter o que quer que seja. Vale para relações de todo o tipo e prolifera à velocidade dos cogumelos selvagens, antes dos fogos, claro está.

O agora é medido com base no efeito do minuto, tudo o que sentimos e nos aparenta o outro, é que conta. A verdade. As emoções e sobretudo a realidade, bem, essa não suficientemente interessante. Se não conversamos o bastante, nunca teremos como saber dos outros, o que os move, com quem sonham, para onde pretendem ir e o que esperam da vida. Se não nos damos, não teremos como chegar até a quem nos estaria destinado. Se apenas procuramos o efémero, rapidamente consumiremos o que tanto demora a armazenar, mas que o possa explicaria, teria que me explicar e parece que ningué…

O que sentir pelos que não sentem?

Como entender quem não sabe o que fazer, nem como, para se dar, tendo o que todos parecemos procurar? O que sentir pelos que não sentem, passando-lhes alguma forma de humanidade para que sejam mais do que vegetais sem qualquer cor?

Não vamos ser capazes de salvar todos. Não temos como lhes passar algum sentido, quando eles mesmos falham ver o óbvio. Não podemos mudar quem não se muda, porque não sabe como nem de decide a fazê-lo. Não adianta adiantarmo-nos à vida, porque apenas ela lhes poderá dar mais do mesmo.

Olhares mornos, sem vida. Sorrisos que não soltam qualquer esgar ou som. Toques que já não chegam a ninguém e que por isso mesmo não querem ser tocados.

O que sentir pelos que não sentem? Como dar-lhes alguma réstia de esperança se nunca souberam o que significa esperar pelo que até chegaria se o conseguirem desejar? Que poção mágica usar para que acordem ainda nesta vida?

O que sentir pelos que não sentem? Não te adianta saber, faz por ti o que te afastar de quem já te virou a…

Diz-me tudo, mas na cara!

Eu sou de outros tempos, e mesmo que me adapte perfeitamente a este onde estou agora, não gosto deste novo modelo, da falta do olho no olho, da facilidade com que se julga o outro virtualmente, fragilizando-o o bastante para que não tenha como se defender, porque uma vez no ciber espaço, nunca de lá sairá!

Diz-me tudo, mas na cara. Ah pois, mas não consegues certo?

O agora é basicamente isto. Ninguém quer ou procura confrontos directos, porque perceber que do outro lado das palavras "moram" pessoas reais, inibe e faz pensar duas vezes, algo que não se pratica. É tudo fast food e fast thinking.

Se não gostaste da minha observação, diz-me tudo, mas na cara. Se te fiz sofrer ou se não fui capaz de estar à altura das tuas expectativas, diz-me tudo, mas na cara. Se queres terminara relação, porque eu não te preencho,não o grites aos sete ventos no facebook, diz-me tudo, mas na cara. Ok, estou a pedir demasiado, já ninguém tem como voltar atrás no tempo e recuperar o melhor do hom…

Até podes ser tu...

Até podes ser tu, não o sei ainda, ninguém sabe de imediato estas coisas, mas existirão sempre almas boas que chegam para nos livrar do pecado, das mágoas e de casos mal resolvidos!

Por vezes há que aceitar que precisamos da ajuda de terceiros, do seu distanciamento e discernimento, do seu ar novo, para nos limparem o nosso e para nos provarem que é possível reter amores antigos, mas aceitando os novos.

Continuo a gostar de avaliar. Continuo a querer que a pele se erice e que os sentidos me falem, para depois saber que estou capaz de recomeçar a viagem. Desta vez vai ser menos atribulada, já sei como e o que fazer, que perguntas colocar de chofre, como te fiz hoje, não dando margem para qualquer manobra de diversão. O foco tem que ser óbvio, as vontades comuns, e a percepção de tempo bem definida, afinal de contas já não somos miúdos, e desta vez, ou sei que quem escolhi está pronto, ou nem sequer lhe vou permitir que me ocupe o espaço. Eu já sei de que lado da cama fico, como acordo …

Encontrar a nossa voz!

Precisamos todos, sem excepção, de saber quem somos, o que fazemos aqui e para onde vamos. Precisamos de encontrar a nossa voz, a que nos assegura de que estamos no caminho certo e que conseguimos superar cada obstáculo, mesmo os mais duros e imprevisíveis. Precisamos de entender sobre o que falam os outros, de cada vez que usam "palavras" que não estão no nosso vocabulário.

Olhar em volta e reconhecer cada objecto, o que carrega, de onde veio e porque ainda se mantém connosco, trás-nos uma tranquilidade e segurança que vão muito para além do que se pode dizer ou explicar. Quando nos conhecemos, cada movimento parece estar a ser repetido de forma sincronizada e até as expressões que usamos com o que nos chega, é-nos familiar.

Encontrar a nossa voz deixa-nos saber como e do que rir quando estamos apenas nós, em momentos que mais ninguém partilha. Encontrar a nossa voz impede-nos de repetir erros, mesmo que aleguemos que pode ser diferente desta vez. Encontrar a nossa voz segu…

Pensamentos!

Pede-me que eu faço!

Pede-me que eu faço. Tudo, quero tudo. Quero-te a ti, enrolado no meu corpo, no chão, na cama, em qualquer lugar, não importa qual, desde que estejas comigo e em mim, a fazeres o que fazes tão bem e que me deixa sempre a querer mais.

- Queres matar-me miúda?

Quero que morras sim, mas do amor que me sobra, sempre que podemos ser apenas nós e enquanto o mundo aceita esperar tranquilamente, para que regressemos. Quero que me toques o corpo todo, que me deixes a gemer de um prazer que chega com a tua voz, com o teu olhar, com os lábios que esmagam os meus e que depois entres bem dentro de mim, tanto que não possas sair mais. Quero que me transformes na mulher mais completa, a que não foge de nada, a que te deixa conduzir porque já percebeu que será sempre para o lugar certo. Quero continuar a querer-te desta forma e que os teus desejos sejam a ordem que passarei a cumprir, sem questionar.

Não imaginava que duas pessoas se pudessem acertar desta forma, que fossemos precisar um do outro assi…

Silêncios...

Anos e anos de fantasia...

Por vezes deixamo-nos viver assim, a fantasiar quem queríamos manter na nossa vida. Atribuímos-lhe um olhar que é apenas nosso, que seria como desejávamos ser olhados. Damos-lhe um poder que nos guia a vida e a condiciona. Por vezes apenas vivemos anos e anos de fantasia e a pessoa que está mesmo do nosso lado, nunca existiu ou esteve sequer próximo da nossa realidade. Por vezes negamo-nos o salto de fé que devolveria sentido ao que somos, a única pessoa que importa e que poderá mudar o que não se encaixa, voltando a viver com sentido.

Anos e anos de fantasia que alguém quebrou em algumas horas, porque nada melhor que outra mente, um olhar novo e directo ao que nos esforçámos por esconder, sobretudo de nós. Anos e anos de fantasia à espera que um outro seja responsável pela felicidade que nos cabe, mas que apenas nós poderemos conquistar. Anos e anos de fantasia, porque nem sempre conseguimos ter quem realmente sabe de nós e nos completa. Anos e anos de fantasia a deixar de ser e quer…

Dúvidas...

Como é que se consegue?

Como é que se consegue? Como se passa do amor ao ódio, do abraço ao desprezo, das palavras doces sopradas ao ouvido, aos insultos?

Não sei. Não consigo entender, nem aceito que se mude de forma tão dramática, mostrando apenas as facetas negras, ou será que afinal não se mudou, apenas se parou de fingir? Good question!

Seja como for, eu sou das que acha que uma vez amando alguém, esse alguém permanecerá para sempre em nós, mesmo que no final o sabor tenha sido amargo, teremos certamente muitas coisas boas a recordar e deveremos agarrar-nos a elas para nos mantermos sãos, de outra forma não faz sentido.

Acho que andam por aí demasiadas pessoas zangadas, mas zangadas mesmo, capazes de cuspir fogo, de largar ódio pelos poros. CREDO, é tão triste que chega a ser patético. Se não queremos mais alguém, saltamos fora com dignidade e vamos à nossa vida, não é preciso deixar tudo negro à volta, basta aceitar e pronto. Aprender a fazer as pazes com o passado é muito importante e cada vez mais ne…

O teu amor é diferente do meu!

Não existem amores iguais. Não são iguais os motivos que nos levam até outra pessoa. Até a vontade de amar é muito peculiar, pessoal e distanciada de muitos outros!

O teu amor é diferente do meu e sê-lo-à sempre, porque enquanto eu escolhi amar-te, tu não tinhas como o fazer. O teu amor é diferente do meu e servirá para cada um de nós. Eu amo intensamente. Tu amas de coração e mente livre. Uns amam como se o mundo pudesse terminar amanhã mesmo e outros nunca chegarão a amar.

Serão escolhas ou defesas?

Mesmo que o queira saber, a verdade é que o tamanho do coração de cada um já me interessou mais. Não sei o que fazem com o amor que dizem sentir, nem onde se visualizam depois de o terem. Não consigo ler nas legendas como sentem o que sente o outro, mas leio nas entrelinhas o que NÃO querem para si mesmos e por isso vão usando os menos preparados.

O teu amor é diferente do meu, disso nunca ninguém duvidou e foi por isso mesmo que sentiste o que a mim me faltou!

Nem sempre conseguimos manter o ontem no passado!

Nem sempreconseguimos manter o ontem no passado que nos deixou de feridas abertas, e não nos permitiu aceitar que precisávamos de mais, para continuar. Quando o ontem se torna demasiado hoje, nada do que fazemos parece surtir efeito. O esforço para arrumarmos o que deixou de existir mesmo antes de o pensarmos, mantém-se, insiste e segura-nos os passos.

O que faz falta? Olharmos para nós da forma certa, largando o que os outros se recusaram segurar, aceitando que não vai ser sempre da nossa maneira, mesmo com tudo o que parecemos ser capazes de dar. Na verdade importa muito pouco o que somos e a forma como nos damos, se não ecoar no outro, poderemos "falar" ininterruptamente, que nunca seremos ouvidos.

Como arrumar o ontem? Parando de o comparar, saindo da zona de conforto e alargando o nosso ciclo de amigos, de desejos e de projectos. Fazendo percursos mais longos, ocupando-nos connosco, com o que tenha resultados visíveis e imediatos. Aceitando as nossas falhas e dando-nos te…

"Como ser solteira"!

Acabei de ver, é um filme incrivelmente estúpido de tão real. Há algum tempo atrás eu julgava que as relações apenas se passavam desta forma no outro continente, mas pasmem-se, aqui já está TÃO parecido que irrita.

Como ser solteira, com a hotty das "50 sombras de Grey" e mais um par de actrizes famosas. É um bocado bem passado. Serviu para umas boas gargalhadas e se eu me ri. Não me revi em nada porque quando fiquei sozinha já não era apenas eu. Também não sei o que significa viver sozinha. Ter o meu espaço inteiramente para mim, mas certamente que lá chegarei, mesmo que já não vá ser o mesmo.

Aconselho para quem quiser um bocado bem passado, mas assim mesmo a conseguir pensar sobre o que verdadeiramente importa na vida. A realidade no entanto vai-nos mostrando que quando queremos alguém, fazemos por a ter.

A vida ensina-nos!

A vida ensina-nos e encontra sempre uma forma de nos enviar os sinais certos. Quando passamos demasiado tempo focados no que não importa, no que não soubemos ler e acabámos a interpretar à nossa maneira, distraímo-nos com tudo o resto, descuramos o que deveria ter sido cuidadosamente incluído e depois temos enormes revezes.

Entendi, pronto. Já me voltei para mim outra vez, não precisas de me esbofetear mais, eu aceito que não estive bem, que não soube conciliar, mas neste momento não me apetece agradecer-te, magoaste-me, não tinha que ser desta forma, não para mim.

É bem verdade que os sentimentos que projectamos para o Universo, serão os que teremos de volta, e eu estive um pouco em baixo, ansiosa, com medos bem racionais, com a sensação que me arrancavam a carne, expondo a alma, impedindo-me de fazer o que sei melhor, cuidar. Tenho que me preparar emocionalmente e não estava, tudo, entendi a mensagem e vou redefinir as prioridades.

A vida é tudo o que temos feito, as conquistas e as…

Se fosse apenas eu comigo...

Há dias em que me levanto a achar que não terei NADA para me dar, nem aos outros, a todos quantos esperam de forma segura e tranquila, que me mostre e que vá sendo cada vez mais eu em tudo o que escrevo. É sempre uma revelação, até para mim, ler o que debito, por vezes de forma intempestiva, porque nunca parece ser meu. Quem é esta mulher afinal? Pergunto-me tantas vezes. Porque não paro de sentir como se nada mais existisse? Porque não me consigo sossegar mesmo e sempre que me exponho, a mim, a nós, porque pareço ser muitas mais em apenas um corpo, sem saber qual surgirá primeiro, quando e com que vontade?

Não faço apenas "isto". Não sou apenas palavras, também tenho silêncios, sei ser quieta, ser eu comigo, conseguindo um olhar novo sobre tudo o que já conheço. Não sou apenas sorrisos, porque na maioria das vezes faço-o para dentro. Sou feita da minha capacidade de multiplicar o colo, de receber quem me chama, esquecendo-me por mais algum um tempo de mim, mas reencontrand…

Para onde foi toda a tua tesão?

Para onde foi toda a tua tesão? Para onde foi a tua vontade de te embrulhares na minha vontade? O que foi que te deixou menos ansioso de mim e a não teres porque querer ou procurar o meu sabor? A quem te colas agora e de que são feitas as tuas noites?

Muitas perguntas para todas as respostas que não recebo e o incrível é que até as deste sem qualquer receio e com uma enorme necessidade de te demarcares de mim.

- A minha tesão minha querida, foi-se no minuto em que percebi que nunca me irias fazer assentar, que o teu sempre seria o meu nunca e que o teu entusiasmo me desgastava até a alma. Tu sabes que eu falo, mesmo. Tu sabes que nunca escondo o que sou e o que te posso dar. Tu sabes mas escolheste parar de me ver como sou, e levaste o resto.

Estou a olhar-te incrédula, ouvindo cada som que parece chegar distorcido e foco-me nos teus lábios, esperando que contrariem os sons. Estou a perder-te, sinto-o, sei-o, não quero, mas não tenho como o evitar. Não sei para onde foi toda a tua tes…

Como saber o tamanho do teu medo?

Já não uso catálogos para referenciar comportamentos. Já não julgo os que não são feitos da mesma cepa que me constrói. Já aceito, cada dia mais, que o mundo também é feito de fracos, talvez para que os fortes se assumam e possam fazer acontecer o que lhes falha.

Como saber o tamanho do teu medo, se eu não tenho medo de nada? Como entender o que te trava, se não há nada que me consiga travar, impedindo-me de perseguir o que me deixa feliz?

Já desisti de ter respostas e de tentar curar os doentes de alma. Já não me movo em direcção aos que não sabem caminhar. Já não encontro desculpas para desculpar os seus desamores, sobretudo quando me envolvem.

Quanto mais me afasto da pequenez, maior me torno e agora escolho escolher-me a mim em todos os momentos. Tenho que manter a sanidade que me levará até a um novo amor e a esse não culparei de nada que me tenha falhado antes. Precisei de algum tempo para deixar ir quem já tinha partido, achando que eu era importante o bastante para o impedir, …

Se és tu, porque não te estou a reconhecer?

Se és tu, porque não te estou a reconhecer?Estás estranha e distante. Pareces pensar o tempo todo em coisas que não me incluem e começo a sentir medo. Levei tanto tempo a perceber que eras tu e que por ti conseguiria mudar o que já deveria ter sido mudado, mas agora sinto que talvez tenha levado demasiado tempo e que algures, nas minhas indecisões, te tenha mesmo perdido.

- Fala comigo minha querida, o que estás a pensar?

Lanças-me sempre o mesmo olhar doce que te conheço. Abraças-me condescendente e apagas os meus medos com os beijos que me movem por dentro. Os teus beijos são metade da minha loucura, os teus beijos completam-me e passam-me os calafrios na espinha que resultam no que sabemos nós.

- Estás mais sossegado?

Agora sou eu que não te respondo. Escolhi fingir que está tudo na minha cabeça e talvez esteja mesmo, mas a verdade é que já não sei mais quem é esta mulher que escolhi. Talvez estejas apenas mais segura. Talvez te tenhas tranquilizado e não sintas necessidade de luta…

Se é a ti que quero? Claro!

Nunca fui dúbia ou sequer usei meias palavras. Sempre soube, assim que consegui saber de ti, que eras quem queria e precisava na minha vida e a verdade é que nem os teus medos e indecisões me conseguiram demover. Teimosia? Não, apenas capacidade de te ver com os olhos de quem ama e já foi muito amada por ti.

Se é a ti que quero? Mas é claro que sim. Eu sou das que quer quando decide que vale a pena e assim permanece até que o coração se feche e cale para sempre. É a ti que quero, porque és tu que me completas. Trazes contigo a parte de mim que ainda não tenho e se não a recuperar, metade de mim permanecerá assim, apenas pela metade. Quantas vezes tive que repetir o que és e o quanto amar-te me transforma numa mulher ainda mais bonita? Quantas vezes te fiz repetir que me amavas, até quando achavas que era em demasia? Quantas vezes te provei e fiz duvidar? Muitas, porque se acreditasses e me visualizasses da mesma forma, terias que te mudar e isso não sabes como fazer.

Felizes dos que t…

Perder-te para quem te encontrará!

Respirar torna-se tão difícil quando te imagino ao lado de quem estará mesmo do teu lado. Respirar sozinho, quando antes o fazia descompassado e cheio de ti, parece tão distante quanto o estás tu agora. Perder-te para quem te encontrará é o que castigo que me reservo e que ainda não sei como poderei suportar. Sem ti fico sem a parte de mim que me mantinha por aqui. Agora sou o meu próprio fantasma. Agora sou quem escolhi quando achava que sabia o que estava a fazer.  Agora já não tenho como mudar o que pedi para ter. Agora já não te tenho e sei que perder-te para quem te encontrará levará o resto, o que sobrou e que já era tão pouco.

Sei que me pediste. Sei que tentaste que te visse e acreditasse. Sei que tive medo do amor que oferecias, parecia tanto por tão pouco que dava. Sei que me deixei apagar e que por isso mesmo te perdi.

Perder-te para quem te encontrará vai arrancar o melhor de mim e deixar-me tão vazio quanto estava quando chegaste. Perder-te quando encontrar-te me pareceu …

Sou eu primeiro!

Sou eu primeiro, mas já couberam tantos, todos os que me procuravam e precisavam que lhes passasse o que sabia fazer bem. Sou eu primeiro porque a vida ensinou-me que teria que ter uma identidade, que até o simples acto de ser olhada precisaria de um propósito, duma definição, dum nome e isso tenho.

Os que me rodeavam, mais ou menos perto, sabiam que de cada vez que precisavam de toque, das palavras que carrego em sacos enormes, eu cá estaria. Quem estava comigo sentia que tinha o tempo e a atenção que lhes faltava. Entendia que era genuína em todos os momentos, dizendo e passando o que me movia, porque não havia outra forma de andar por aqui. Mas essa era eu antes de ser euprimeiro.

Quem se magoa por dentro. Quem desiste do que poderia de forma bem simples, colocar um sorriso nos lábios. Quem se esquece de ser, para apenas dar, para cuidar, permitindo que os outros usem, abusem e mandem, está apenas a impedir-se de dizer um NÃO bem redondo, de atirar com a mesa ou de a esmurrar com a…

Só te cabe a ti...

Só te cabe a ti mudar, ou manter o que tão bem conheces, mas que não tem qualquer resultado prático. Mudar é a tua escolha e ninguém te conseguirá convencer a fazer o que não aceitas.  nos cabe a nós, ter por perto, ou afastar elementos que nos adicionem vida, ou que se tornem cáusticos.
 nos cabe a nós acordar da forma certa, com um sorriso que se espelhará em todos quantos conseguirmos tocar.

NADA é mais gratificante que o bem estar de quem nos rodeia, dos mais ou menos conhecidos e até dos que não trabalham para serem melhores, mas se de alguma forma os conseguirmos convencer que a felicidade aprende-se e depois divide-se, após muita multiplicação, a sensação de lição bem ensinada regressa para nós.

Para os que permanecem cépticos, a achar que apenas falamos de "balelas" e que aquilo no que acreditam são verdades instituídas, vou passar uma informação que talvez consigam entender, TUDO, mas mesmo TUDO do que passamos para "", volta, direitinho para "&…

Com quem fazes amor, mesmo?

Com quem fazes amor, mesmo? De que forma és mesmo tu, de cada vez que tens um corpo nas mãos e noteu corpo?

Consegues que a entrega seja real? Consegues olhar bem dentro de quem te olha, e saber em todos os momentos, que é com ele/ela que fazes amor? Conseguessentir o seu sabor, abandonando-te ao prazer que te proporciona e não procurando outro tempo ou lugar? Consegues responder, com toda a certeza, que fizeste amor com a pessoa certa?

Pobres dos que precisam de quem já não têm, para sentir. Tristes dos que apenas se deixam amar por se terem esquecido de como se faz. Fazer amor requer entrega, conhecimento sobre o outro, uma pele que só a nossa pele sente, por isso se és capaz de fingir, de te enganar, enganando quem achou que estava contigo, não fizeste amor, apenas depositaste a semente que te irá perseguir um dia, quando te cobrar.

Tanta gente que já morreu e não o sabe. Tanta recusa em ser feliz, impedindo os outros de o serem. Tanta falta de respeito por quem se vai cruzando, dan…

Poder recordar e saber esquecer!

Poder recordar sem dores maiores tudo o que fez parte de nós, e saber esquecer o que não nos acompanhará no futuro, nem sempre surge como um direito adquirido, ou desejo inato. Por vezes lutamos contra o que deve ser feito, deixando para depois o que não pode ser adiado, porque a sê-lo, a factura virá com impostos acrescidos. Por vezes remamos, desesperadamente para o lado contrário apenas para regressar ao mesmo ponto e recomeçar. Por vezes desistimos de desistir e é por isso mesmo que nos mantemos a recordar o que deveríamos saber esquecer.

Ninguém nos disse que viver seria fácil, empurrando-nos para o que nos tornaria mais fortes e preparados, talvez porque ninguém o esteja e por isso mesmo não tenha como assegurar o que nunca viveu. O caminho faz-se caminhando e apenas nós teremos como avaliar o que pode ser recordado, para nos fortalecer, ou esquecido para nos permitir viver.

Poder recordar o que nos enriqueceu e tornou melhores, é o que nos levará a saber esquecer o que nunca bas…

Será que acreditas?

Será que creditas que o que fizeres pelos outros te será feito? Então podes, porque é mesmo assim. O mundo gira como a bola que é e se andarmos por aqui todos a empurrá-la, quantos mais formos, mais longe chegaremos!

O que importa mesmo, é darproporcionaramar outra vez, abrindo caminho aos outros e esperando que sejam as pessoas certas, em todas as áreas da nossa vida, porque nem só do amorfísico se vive, por mais que seja importante e nos limpe de fora para dentro.

Hoje podes ter quem te resolva, milagrosamente e de forma quase instântanea todas as mágoas. Hoje podes perceber que és capaz de voltar a aceitar um homem, sendo outra vez a mulher que muitos conseguem ver. Hoje pode ser maisfácil, natural, tranquilo e revelador. Hoje, se deixares,  podes ouvir o que ontem não te conseguiram dizer. Hoje, se mudaresde canal, o programa que passar poderá ser bem mais ligeiro e animador.

Será que acreditas em ti, no que tens para dar, nas tuas capacidades e na tua força? Só poderás fazê-lo …

Curar-me!

Esta sensação de paz interior e de que fiz o que podia, não significa que não tenham existido danos reais, mas apenas que deixaram de me controlar. Eu sei que também sou as minhas dores, mas é com as alegrias que me reconheço e consigo seguir em frente, por isso acabo a focar-me no que corre bem, e a deixar ir as coisas e as pessoas que me largaram as mãos, que não tiveram força para se "colarem" e para embarcarem comigo, porque nunca irei arrastar quem não tenha certezas.

Curar-me do que esperei talvez em demasia, mas que acabei a viver. Não me lamentar de nada, nem de com quem me tenha cruzado, ou tocado, mesmo que ao de leve, porque o acabei a ter durante os momentos que criámos ambos. Curar-me de mim, permitindo que regresse ao ponto de partida, que nunca desista do que ainda procuro e sabendo que apenas sã e restaurada poderei realmente dar o que tenho. Curar-me é o que me basta para estar aqui hoje, um dia a mais do que o ontem que já passou e que já não domino.

Se me

De quantos adeus é feito um adeus definitivo?

Olá meu amor,

Há muito que ainda pareço precisar de te explicar, e é por isso que te escrevo hoje, como fiz tantas vezes, mas com palavras tão diferentes que parecemos ter vivido duas vidas em simultâneo. Algumas despedidas são muito mais do que um adeus, são o apagar de memórias, lugares e sonhos que decidimos sonhar a dois. Algumas despedidas magoam-nos mais do que as palavras mais duras e certeiras, mas são tão necessárias quanto é o respirar. O que não nos permite continuar, e o que parece ser sempre demasiado esforçado e difícil não sobrevive muito tempo. O que sentimos e não é correspondido, mata todas as células, impedindo-as de regenerar.

Não tenho forma de afastar a sensação de impotência que se alojou em tudo o que te dei e fiz, porque simplesmente não bastou. Não consigo perceber como podes ter-te afastado, voluntariamente, do corpo que se encaixava no teu e que dobrou e multiplicou o teu prazer e o nosso. Não aceito que tenhas deixado de me ver, largando a mão que já aper…

Onde ficas tu?

Onde ficas tu? Que lugar te reservo agora, depois de nos termos acertado? Não sei se te colocas a pergunta. Não sei se precisas, da mesma forma que eu, de perceber o teu lugar e o peso da tua contribuição neste acordo, ou relacionamento, ou se pelo contrário te deixas simplesmente ir.

O teu cérebro é infinitamente mais simples. Não te pões a pesar e a medir tudo, aceitas o que chega e sorris tranquilo, a mim e à vida. Gosto da tua forma de nos encarar. Gosto do modo como trazes a tua roupa, cada objecto teu e os misturas de forma natural em cada um dos meus. Chegaste para me tranquilizar e aligeirar a minha forma de estar e de ser. Tudo contigo é despretensioso. Não colides com nada meu e sabes como ir, ficar ou simplesmente não estar, como o preciso eu.

Disseste-me que me querias e que precisavas que eu permanecesse em cada pedaço de ti e das tuas escolhas, sendo eu a maior e a mais importante de todas. Disseste que por isso mesmo te adaptavas e encaixavas, como uma chave na ranhura ce…

Quero ir para casa!

Quero ir para casa. Quero estar onde alguém me espera, de sorriso aberto e coração cheio. Quero saber que a cada final de dia ainda estou bem longe do fim. Quero ir para casa e ter-te pronto para me garantires que vai tudo correr bem. Quero saber que é a minha vida que estou mesmo a viver e que nela está quem me mantém os sonhos acordados. Quero ir para casa, porque já estou há demasiado tempo sozinha, longe e sem um lugar ao qual posso chamar de meu. Quero ir para casa e estar apenas rodeada dos que me fazem sentir em casa.

Já são tantas as viagens, mas continuo demasiado longe de ti e de onde estás. Já espero há demasiado tempo pela vida que me pertence e por quem saberá do que sei já. Já sei que não sonhavas os mesmos sonhos, mas que nunca me quebraste nenhum, porque apenas tu me poderias levar de volta a casa. Já tenho, para ficar, todas as memórias que criaste comigo e por mim e por isso estou pronta.

Quero ir para casa, guia-me por favor, Preciso de me sossegar e de parar de ter …

Sempre que te oiço!

Sempre que te oiço, tudo volta ao lugar de onde nunca deveria ter saído!

A tua voz acalma-me, recorda-me que sou eu, que não mudaste de ideias, que estás comigo hoje mais do que ontem e muito menos do que amanhã. É contigo que rebobino os dias que seguem rápidos, mas nunca o bastante para te voltar a ter. É contigo que falo do que não me atrevo com mais ninguém. É contigo que me abro e exponho sem receios de ser julgada, porque o que sinto e pronuncio é por ti.

Tanto que já aprendi. Tantas coisas, que acreditava jamais praticar, mas que foram vividas e testadas contigo, levando-me a perceber que tenho reservas infindáveis de amor para distribuir e que contigo ele cresce ainda mais.

Sempre que te oiço, fecho os olhos e consigo cheirar-te. Consigo sentir o teu toque inconfundível, a boca que me enche de beijos e de todas as palavras que me fazem a mulher que estás a mudar, devagarinho, mas da forma certa.

És tão fácil de amar, sei-o e confirmo-o sempre que te oiço!

Paixões!

Paixões! São várias, chegam das mais diversas formas e forçam-nos a um empenho e entregas que dão trabalho, mas que compensam MUITO no final!

Eu sou uma mulher de paixões, gosto de gostar intensamente, absorvo e devoro a sensação de entrega e de conquista que cada paixão me confere. Não falo apenas de paixões amorosas, estou a referir-me a todas as outras, a da escrita, dos livros, da música, da dança, da criação, do começar e chegar a algum lugar.

Se acordo apaixonada, até mesmo por mim, os meus dias ficam mais claros e naturais. O meu olhar, o caminhar, os meus desejos, tudo se amplia e me confere uma luz mais brilhante. Sei que sou mais bonita quando estou apaixonada e que a forma como olho para os outros e me vejo a mim mesma se adoça, revigora e me dá mais do muito que estiver a sentir.

As paixões são o que me trás até aqui, às vossas, tentando que me leiam por dentro e percebam de que forma se consegue a intensidade que permito transbordar,  a cada palavra que vos ofereço, deixa…

Estar de volta a mim!

Estar de volta a mim, sozinha outra vez, será sempre mais fácil dizer do que fazer, porque navegar numa onda de entusiasmo, sonhar alto e querer o mais simples, que é ser feliz, estando ao lado de quem importa, foi de curta duração e não funcionou, mas nós somos o produto das nossas escolhas e não adianta chorarmos no final!

Nem sempre teremos segundas chances, o mais provável é que mal comecemos sejamos forçados a terminar, mas a verdade, a que tem tantas caras quantas lhe permitimos, não será a mesma para todos, aliás, acredito hoje mais do que ontem, que cada um constrói a sua e agarra-se a ela como se de uma bóia se tratasse. Para se salvar do quê exactamente é que ainda não percebi.

Estou muito "chill out", " no stress", " peace and love", tanto que até me chateio a mim mesma. Perdoem-me, mas não me apetece desgastar-me, não com tanto que vem por aí e com tanto a acontecer. Sendo Mulher, até teria como incluir tudo, mas na falta de parceiro, resto eu…

Os bons nunca vencem!

Os bons nunca vencem, porque o preço a pagar por fazer o que está certo, é demasiado alto. Os bons nunca vencem, porque não são capazes de receber sem dar e nunca usam os que lhe fazem bem, mas de volta só recebem migalhas e metades de coisa nenhuma. Os bons nunca vencem,porque são incapazes de manter a injustiça demasiado tempo e quando a revelam, desistem do pouco que ainda as alimentava. Os bons nunca vencem, porque não conseguem fingir que não entendem e mesmo que demore, vão sempre fazer a escolha que importa.

Nem sempre sabe bem ter razão. Nem sempre se canta vitória. Por vezes até que se pagava por um erro de cálculo, por mais pequeno que fosse, mas quando os bons suspeitam e analisam, já nada pode ser revertido.

Os bons nunca vencem, mas pelo menos mantêm intacto o que são e o que os impede de desistir!


É tão fácil querer-te!

É tão fácil querer-teFoi fácil porque já te tinha imaginado antes, já te tinha sentido, ouvido e tocado. De cada vez que me encolhia, quieta, a pensar no que queria para mim e onde estava, em que lugar, conseguia ver-te, sabia o formato do teu rosto, sentia a tua respiração, segura, quente, o som de uma voz que me dizia ao ouvido que ainda seria tua e fui-o realmente, fui tua e vou sê-lo sempre.

És tão fácil querer-te.Tornas tudo tão certo, mesmo sem seres perfeito e não o será ninguém, mas és o mais próximo de perfeição que conheço. Não sei se saberás, se to digo vezes que bastem, o quanto seres fácil me torna a mim uma mulher que se encaixa em ti, não apenas nos teus braços, mas no corpo que me arrepia ao toque, à entrega, o único corpo no qual me esgoto, noite após noite e com o qual me restabeleço, quando me aninhas, quando me proteges e quando mesmo sem palavras me devolves cada segundo de uma vida que já vimos a construir.

Prometo que serei sempre digna de ti, que te oferecerei…

Juro que não quero saber!

Juro que não quero saber e não preciso que me digam como devo gastar o meu tempo. Não tentem demover-me de decisões que foram tomadas com tempo e consciente de cada um dos desfechos possíveis. Juro que não quero saber!

Nunca ninguém fica o tempo suficiente, para apanhar as peças que se partem e para ser o meu colo, quando decido de forma menos certa, ou de cada vez que programo o que chega mais tarde, por isso não aceito e não permito, que me arrastem em indecisões, que me tentem fazer ver de uma perspectiva que nunca será a minha e que já me custou umas quantas décadas, muitas perdas e demasiados arrependimentos.

Já nem conheço a sensação de me deixar levar, de permitir que me indiquem caminhos, de escutar, atenta a explicações que não se encaixam nas minhas e que não vão de encontro a tudo o que fiz para ser quem sou hoje. Deixei de me importar com o que se importam os outros. Deixei de olhar para os mesmos lugares e de querer o que não me assenta, afinal de contas não sou igual, ne…