Avançar para o conteúdo principal

Queres-me, mesmo?

adult, back view, black-and-white
Feelme/Queres-me, mesmo?Tema:Sentimentos!

Queres-me, mesmo? Porquê agora? O que foi que aconteceu durante estes meses? O que viste tu, ou o que deixaste de ver para que te focasses em mim?

A vida é cíclica e quando não damos a volta completa, acabamos a voltar aos meus lugares, às mesmas pessoas, revivendo tudo, mas com um olhar diferente. Será que é desta? Será que tive sempre razão, quando achei que eras tu e que me estavas destinado?

Estou disponível, sim e capaz de aceitar novos desafios, mas num corpo familiar e para mim isso torna tudo muito mais fácil. Tu sabes, soubeste sempre, que eu te tinha querido mais do que a mim mesma. Que o tempo quase tinha parado por não te saber, não te ter e não te conseguir tocar, mas acabei a sobreviver, porque sou uma sobrevivente e porque esperava, uns dias de forma mais impaciente, mas outros tão serena e cheia de certezas, que viesses e acabaste por vir.

Entre nós intrometeu-se outra parte do destino, mas depressa saiu de campo, e mesmo que me tivesse conseguido tocar, bem dentro, fazendo com que parasse de te amar, por breves momentos, não te tirou por completo. Deixou uma ponta do rastilho que voltaste a acender e agora és tu que me procuras, ansioso, com medo que me afaste de vez e percas a única mulher que sempre considerou ter uma razão bem forte para te amar.

É de forma tranquila e natural que te recebo hoje. É com um sentimento de conclusão que arranco para esta nova aventura e é contigo que deixo para trás, no meu passado, o que nunca teria futuro.

Queres-me, mesmo? Então estou disponível, julgo que estamos e que desta vez, saberemos que deixaram de existir razões para não continuarmos com o que começámos há demasiado tempo!

Mensagens populares deste blogue

Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…