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A mostrar mensagens de 2018

Para que sintas o meu amor...

Não há nada que eu não seja capaz de fazer, ou sequer de dizer!
Quando sussurras o meu nome, a vontade de correr para ti quase que me sufoca, porque tocar-te nunca poderá ser igual a ouvir-te, mesmo que ouvindo o que me dizes me movas toda por dentro. Não há nada que eu não seja capaz de fazer, para que sintas o meu amor. Há quem o cante assim, desta forma que para mim faz sentido, porque sinto-te de cada vez que te oiço. Eu sei que conseguiria ir onde me levasse o mundo, porque a vontade que tenho de te ter não faz mais do que crescer.
Para que sintas o meu amor, estou a mudar até o que nunca me pareceu possível antes, entendendo que podemos ser diferentes, para permitir que connosco e em nós permaneça quem chegou. Para que sintas o meu amor, mantenho-me acordada, alerta, livre de todos os outros e sequiosa de tudo o que passamos um ao outro. Para que sintas o meu amor, e para que cada um dos teus sonhos se tornem realidade, sou capaz de chegar ainda mais perto do que já estamos. Para…

Disseste que me amavas e eu acreditei!

Disseste que me amavase eu acreditei!

Acredito em tudo o que me dizes, porque pareço conhecer-te a essência. Acredito porque todo tu és o que sempre pedi e porque há muito que te esperava, mesmo que não que não povoasses os meus pensamentos, como acontece agora, a todos os segundos das longas horas que os meus dias têm. Acredito no que dizes querer de mim e na falta que te faço. Acredito, e aí mais do que tudo o resto, que me amas mesmo e que estás para mim tal como estou para ti.
Sinto que fazemos sentido. Sinto que o doce dos nossos beijos só o é porque o somos nós, um com o outro. Sinto que me sentes como o faço eu. Percebo do que percebes. Oiço e bebo cada palavra que me muda, transforma e me faz amar-te como já me amas tu.
Disseste que me amavas sem te pedir. Disseste porque te estava a sufocar, porque não encontravas forma de manter, dentro, o que eu precisava de saber para te seguir. Achaste sempre que o faria e eu fiz. Disseste que me amavas com uma convicção que me deixou desa…

De que forma conseguimos reconhecer quem já nos pertenceu?

Já fomos apenas quem importou, no mundo que conhecíamos e do qual partimos juntos, como começámos. Para lá do meu rio existia o teu e sempre que eu estava no único lugar que me pacificava a mente, tu estavas por perto, olhando-me e parecendo ver e sentir o que eu via e sentia, mas sem nos falarmos, sem nos tocarmos e sem passar dos nossos lados de um rio diferente, não porque tivesse outro nome, ou corresse em direcções erradas, mas porque eram diferentes nas margens dos nossos mundos.
Porque será que os grandes amores apenas acontecem pela inevitabilidade? Porque queremos sempre o que não podemos ter? Porque olhamos de outra forma para quem é realmente diferente, mas passa a fazer parte do que sabemos precisar e ser certo?
Ninguém nos disse que não nos poderíamos ter, mas não seria preciso, toda a nossa diferença o gritava a cada dia, em todas as formas de estar e de viver.
Para lá do meu rio estavas tu, o homem que mudaria até a forma como usava os sentidos, que me ensinou como se po…

Queres saber o que já sei?

Queres saber o que já sei? Vi-te. Senti-te. Cheirei-te e fui inundada de ti. O teu sorriso enchia a sala, aquela que não identifiquei, ou talvez sim, mas estava demasiado atenta a ti para reparar. Estavas no lugar certo e a tua presença fazia sentido. Não tive o habitual mal estar que os outros me passam quando se tornam demasiado intrusivos, gostei de tudo e conseguiste ser o que me fazia falta, o tempo todo que durou o nosso momento.
Não sei por que nome és chamado. Não sei qual o timbre da tua voz, mas espero, ansiosamente, poder voltar ao mesmo momento e lugar para desta vez registar tudo. Não sei o que significas e se foste apenas fabricado pela minha fértil imaginação, mas pareceste demasiado real, mesmo no meio de tanta irrealidade... Deixaste-me numa paz que me manteve ainda mais serena. Passaste-me, num par de horas, a esperança no outro, no tal, naquele que me é destinado. Não me senti tola. Não procurei desculpar-me e não me impedi de dormir, fi-lo ainda mais profundamente,…

Vou querer sempre fazer o que é certo!

Fazer o que é certo impõe-se, sobretudo por nós, nunca desistindo daquilo em que acreditamos e sabendo que no final de cada etapa a avaliação terá que ser positiva, porque apenas assim seremos capazes de prosseguir. Fazero que é certo tem custos, emocionais, profissionais, e tantas vezes físicos, mas há uma hora para tudo, um tempo para cada decisão, mesmo para as mais difíceis. Fazero que é certo, confere-nos uma responsabilidade maior, mas depois regressa com um sabor único. Fazero que é certo é a certeza de perceber a diferença entre o que devemos e o que podemos.
De cada vez que olho para o lado, encontro alguém que se arrependeu de não ter dado mais, e por vezes retornar à estrada já não é fácil, por isso decidi que devo puxar por mim, forçando-me a ser sempre o mais possível recta com os outros, proporcionando-lhes o que não têm forma de conseguir sozinhos e dando-me em cada entrega que me exijo genuína.
Quando sabemos analisar o nosso percurso, pondo de lado o que não nos servir…

Acreditas que até me mudaria por ti?

Acreditas que até me mudaria por ti?

Sim, é verdade, por ti teria mudado umas quantas coisas, até a forma como as horas correm e passaria a correr também eu, para chegar mais cedo, ficando mais tempo. Por ti já deixei que a chuva me molhasse e o meu corpo se encharcasse tal como fizeram as lágrimas. Por ti teria ido buscar a lua, mesmo sem saber como e mudaria de continente. Por ti e até to prometi, deixaria uns quantos sonhos para trás... 
Não estavas para mim, não como eu. Não sabias como querer e por isso não quiseste o bastante. Não tinhas como me dar o que me faltava, porque também não o tinhas. Não quiseste ser mais, e deixaste-me com tão pouco. Não me olhavas o bastante e nunca foste capaz de me ver, mas ainda assim, porque tinha amor a dobrar, sei que teria mudado tudo por ti.
São uns quantos que chegam, de rompante, a parecer querer o mesmo, mas a não resistir a cada derrube. São poucos os que querem ser mais do que anunciam e acabam a consegui-lo. São bastantes os que falham…

Será que sabes o que é amar?

Quem me disse que desta forma iria para até onde me imaginei, sonhando com o que representas, até quando ainda não tinhas rosto?
Será que sabes o que é amar? Já me perguntaste algumas vezes e eu quero acreditar que sei, que o entendo, mas a verdade é que da tua forma, com a tua entrega e intensidade, ainda não tinha experimentado para poder falar. Saber o que queremos de alguém, o que temos para lhe dar, até onde iremos para que a sua felicidade se transforme na nossa e para que cada sorriso que espelhamos seja uma réplica do seu, confere-nos um poder maior, uma responsabilidade que se nos cola à pele que a sua pele transforma. Saber que do outro lado de nós, que não pode ser o mesmo, porque tudo do que é feito nos acrescenta, está quem nos vê e sente realmente, muda-nos os dias e envolve-nos num misto de prazer e de medoPrazer pelo que chega até sem o termos pedido e medo de que termine, de que não baste, que nos supere e amachuque, qual papel pardo.
Quem me disse que amar-te seria…

Gosto de ti e sei porquê!

Gosto de ti, já não é porque sim, nem é pelo que imaginava, agora sei que gosto de ti e sei que me sabe bem ter certezas. Ter um nome para te atribuir e um lugar onde te esperar!

Gostar de ti mudou-me, acertou-me, fez-me olhar para tudo o que faço de forma mais emocional. Não que eu tenha falta de emoções, até porque as passo sempre que posso, mas porque me esqueci um pouco do que na verdade preciso, emocionalmente. Gostar de ti fez-me gostar, ainda mais de mim, porque agora tenho quem me pertence, sei que do lado de lá está quem me espera e quem deseja os dias de forma a nos termos em pleno. Gostar de ti é o que quero continuar a fazer, sabendo já de que forma terás que estar na minha vida. Gostar de ti não me magoa, nem me indigna, porque encontrei quem me deseja da forma que acreditei ser possível, com entrega, carinho, respeito e com um amor que só tende a crescer e a amadurecer.

Nunca ficam perguntas por responder, existe sempre uma explicação para a forma como nos reencontrámos e…

Será que os beijos magoam?

Beijos que magoam, porque carregam sentimentos errados e porque usam quem os recebe. Beijos que parecem pertencer-nos, até ao momento em que andam por outras bocas e até que deixemos de sentir o que afinal nunca existiu!

Não sei ao que sabem os teus quando não estão na minha boca. Não sei a quem beijas para além de mim, mas sei que não sou apenas eu. Não sei porque achaste que te iria querer beijar, quando o fizeste apenas para me provar, mas acabaste a levar o meu sabor, deixando-me o amargo que agora carrego, dorida e sem nada que me arranque o que implantaste.

Os teus beijos partiram como chegaram, rapidamente, sem nada que me fizesse acreditar que me pertenciam, até durante o momento em que me seguravas com ambas as mãos, a cara que encostava à tua e me olhavas tão dentro, que me desnudavas.

Que encantamento lançaste e porque durou até quase nada de mim restar? Como conseguiste esconder-te, para que visse apenas o que me interessou? Como foi que usaste o teu amor, se é que alguma ve…

Por vezes também pode ser apenas corpo!

Fomos falando, de nós, das nossas carências e acabámos a perceber que já há muito não tínhamos ninguém e que o sexo, ou falta dele, nos estava a enlouquecer a ambos.
Convidaste-me diversas vezes, salientando sempre que seria apenas e só corpo, mas eu fui recusando e ainda o fiz uma e outra vez, até que finalmente cedi. Não foi tão estranho quanto esperava, o teu toque e os teus beijos não me inibiram ou afastaram. Gostei de me sentir abraçada, já estava há tanto tempo sem contacto físico... Levaste-me ao colo até ao quarto, suspeito que foi para me impedires de recuar, deitada na cama fechei os olhos enquanto me despiste, foste meigo, sabias exactamente o que fazer para não me assustares. Nas nossas conversas já tinhas prometido que a acontecer, tomarias as rédeas e me levarias ao céu. Cumpriste e conseguiste que não me arrependesse, mesmo quando achei que não deveria estar ali e que o teu espaço não me incluía. Abstraí-me, entreguei-me e voltei a ser mulher, uma e outra e outra vez.…

Deixa que o amor entre, pele dentro e alma fora!

Deixa que o amor entre, pele dentro e alma fora. Escolhe cada um dos prazeres que te proporciona, sem julgares demasiado e sem quereres controlar sentimentos. Usa, abusa e lambuza-te no sabor que apenas duas bocas passam. Escolhe o dia em que dirás a quem amas que ficarás, e fica em todos os  outros. 
Falar do amor e sobre cada um dos seus efeitos, é o que faço dia sim e dia também. Não me canso. Não me demovo e nunca desisto, nem de mim, nem do que sei que existe, até porque o tenho comigo. Ter um olhar novo sobre cada novo amor, redobra o que já conquistei e o que ainda me fará escrever muito mais. 
Ninguém terá receitas infalíveis, mas tal como o amor se quebra e nos desilude, também irrompe, porta dentro, e escancara-nos o maior sorriso deste e de outros mundos. Se eu amo? Claro que sim, tanto quanto consigo, armazenando para os dias menos claros. Se sou amada? Claro que sim, por ti que já me tiveste, quando ainda não estava pronta e me mantiveste, porque finalmente fiquei. Se no…

Quando é que a alma sossega?

Há tanto que ainda não sabemos, mas tanto que já conseguimos perceber, porque existe uma resposta para cada pergunta, só precisamos de as conseguir fazer, não activando receios desnecessários, porque no que diz respeito ao amor, mais será sempre a medida certa!
Quando é que a alma sossega?
Sempre que o sorriso acompanhar o suspiro pesado, aquele que nos levará até ao tempo em que escolhemos acreditar na pessoa "certa". Quando olhamos para trás e vemos o que cada um fez e no que se tornou depois do amor terminar. Depois dos caminhos que escolhemos trilhar. Depois dos que foram chegando. Depois de nos voltarmos a sentir leves, tranquilos e sem mágoas ou arrependimentos.
Vou querer sempre arrepender-me de ter tentado, dando e dando-me por inteira, mas vou de igual forma querer, sempre, ser maior do que outras almas apagadas, as que vêm até nós para nos mostrar que evoluímos o bastante para não as podermos incluir e por isso mesmo partem. 
A alma sossega quando já fizemos tudo e…

Acordares que nos despertam!

Acordares que nos despertam, ou despertares que nos acordam, não sei muito bem qual a ordem, mas uma leva à outra e terminam ambas com o que começou da forma errada!

Por vezes fico com um enorme receio de ainda ser vista com mais distância do que o habitual. De que achem que me coloco num lugar ao qual os outros não terão como chegar, mas asseguro-vos de que não se trata de afastamento, de supremacia ou sequer de altivez, é tão-somente a tentativa de cada vez mais estar "aqui" neste lugar que é meu enquanto por cá andar, de poder ser mais inteira e de ensinar tudo, da forma certa, aos meus, porque eu sei que eles me olham, analisam e comparam, sei porque mo dizem.

Eu sou quem se vê, em todas as circunstâncias, cuido da minha saúde mental e do meu bem-estar físico, porque apenas tenho este corpo e mente para me conduzirem numa jornada que sei quando começou, mas da qual não tenho sequer ideia de fim. Preciso de saber de mim quando precisar de mim. Preciso de usar da minha exp…

Faz sentido ceder?

Quanto é que estamos dispostos a ceder até que acabemos, inevitavelmente, por cedermos a nós mesmos, desistindo? O que conseguimos "engolir" do outro, quando nada parece remotamente parecido com o que queremos e conhecemos? Quem é que faz, por nós, tudo o que nem sempre sabemos fazer por nós mesmos?
Cedências. Todos ouvimos falar nelas, e em como devemos ser civilizados, o bastante, para permitirmos que os outros entrem e nos abalroem a vontade, as manias, os vícios e sei eu lá mais o quê. Ceder quando nos apetece desatar a gritar e a correr rua fora. Ceder quando o sexo é para lá de mau e ainda assim sorrir. Ceder para que ninguém saia magoado, ninguém excepto nós mesmos. Ceder quando já sabemos, por experiência pessoal, que ceder é igual a comer o que iremos vomitar logo de seguida.
Resumindo. Nada de cedências. Nada de fingir que iremos conseguir aceitar viver no campo se temos a cidade em cada osso do nosso corpo. Nada de cedências, a não ser que não nos deixe sabores a…

O prazer de cada recomeço!

Recomeçar será sempre possível e acontecerá tanta vezes quantas nos sentirmos prontos e com a coragem a que obrigam os recomeços. O prazer de cada recomeço está no saber aceitar o que nos chegou, sendo capazes de entender e agradecer a forma e o formato. Recomeçar sabe a início de um novo ano, ao experimentar de um novo alimento, a um beijo de uma boca diferente de tantas outras, até porque nenhuma será igual. Recomeçar enche-nos de esperança e prova-nos que afinal sabemos como seguir em frente. Mas recomeçar não será apenas o novo, também é o que não fomos capazes de viver antes e por isso volta, uma e outra vez, até que se aceite.
Quando sinto o aproximar de cada recomeço, sei que estou a atrair o que desejei, o que pedi e o que guardei bem dentro de mim, na pele e na alma. De cada vez que alguém se aproxima, dizendo-me o que me fazia falta nesse dia, sorrio em agradecimento e reservo uns quantos segundos, para mim não poderão ser muitos mais, porque a minha mente viaja a uma veloci…

Como se mudam mentalidades?

Mudar mentalidades, quem é que consegue e quem se dispõe?

É tão mais fácil deixarmo-nos ficar, quietos, apenas a observar, até e sobretudo as más acções, do que movimentar as águas e mostrar que existem outros caminhos, novos olhares e gente que vale a pena conhecer. Mudar mentalidades nunca será tarefa fácil, até porque precisamos de começar pela nossa, e quando bem analisada, às tantas também tem enormes falhas. Mudar mentalidades de quem se sentou e acredita não mais precisar de se mover, afastando tudo o que surja novo e diferente, mesmo que melhor, é tarefa de mágicos e eu nem gosto de circo.

Porque fugimos, por norma, do que não conhecemos, deixando escapar pessoas que nos poderiam acrescentar? Porque recusamos estender a mão aos que acabaram de chegar e necessitam de um rumo e de um apoio, para poderem ser mais, deixando-nos bem mais? Porque procuramos respostas para as perguntas que nunca fizemos antes, quando seria tão fácil apenas perguntar?

Se ao menos tivéssemos consciência …

Não gosto de gostar de mim desta maneira!

Não gosto de gostar de mim desta maneira, sozinha. Não gosto de não te ter nos meus planos, de saber que não te voltarei a ouvir e que mesmo tendo sido pouco, deixou-me a doce ilusão de que poderia ser mais. Não gosto de não ter de quem gostar, tanto, mas tanto que me sinta grande parte do tempo a flutuar, com a sensação de que caberão todos nas minhas emoções e em que nada nem ninguém me poderá arrancar deste estado de euforia, mais ou menos controlada. Tinha dias!

Não gosto da sensação de não me ter enganado, de não saber julgar as pessoas e de não saber ver para além do que mostram, porque continuo a acreditar que só estamos onde desejamos. Vamos lá a um pouco de realidade, saber até que sabia e tenho quem ateste que TUDO, mas TUDO o que antecipei, aconteceu, mas pronto, sonhar faz bem à alma e eu achei que se sonhasse bem...

Não gosto de gostar de mim desta maneira, porque me faz falta ter um corpo onde descansar o meu, uma outra boca para tapar a minha e para me matar com os desejo…

Como é que seria uma sessão no divã?

Como é que seria uma sessão no divã? Aposto que ficaram logo a pensar em coisas menos próprias, mas eu estava apenas a referir-me a uma ida ao um psicólogo numa sessão de análise, bem deitadinha no divã. Muito provavelmente iria deixá-lo demasiado confuso, a julgar que estava perante mais do que uma mulher.

Há dias, tal como o de hoje, em que acabo com uma sensação de fora do meu corpo, como que a desempenhar um papel que não me assenta, mas no qual terei que dizer o que se espera de mim. Há dias em que quero ser vista de outra forma e com outro corpo que não o meu. Há dias em que me canso de fingir e de sorrir. dias em que disponibilizar-me, parecendo tranquila e gentil faz-me ficar num estado de exaustão extrema. Há dias, como o de hoje, em que arranjo alguns pedaços de tempo para não ter que provar nada, nem colocar máscaras, mas continuando a saber quem sou, o que quero e porque sinto desta forma e não de uma outra qualquer. Há dias em que me apetecia apenas não estar, não parece…

O que és foi o que fez com que alguém te desejasse!

O que tens é inteiramente teu, e a tua responsabilidade passa por explicares aos outros, com todas as letras, que te deverão aceitar com o que já carregas, esperando que consigas o discernimento para fazer os devidos ajustes!
Ainda vou ouvindo muita gente dizer  - "ou me aceitam como sou, ou podem ir dar uma volta"- por estas ou por outras palavras, mas num registo de egoísmo puro que as impedirá, muito certamente, de receber quem as acabaria a mudar para melhor. Devem-nos aceitar sim, mas uma relação serão duas pessoas e não apenas uma em detrimento da outra.
Nós somos únicos e seres individuais, mas precisamos do "outro", de uma metade que se ligue à nossa e nos impeça de terminar numa solidão escolhida. Não temos que nos misturar, não totalmente, no outro, para que passemos a ser apenas um, isso não existe e a acontecer trará custos para uma das partes. Não precisamos de gostar de TODAS as coisas, mas precisamos de sentir que os objectivos e os desejos são comu…

O que significou tudo o que tivemos?

Como classificas a nossa alegada relação? Já a entendeste e à forma como te surgi, de rompante, avisando-te, recordo-me bem, de que irias ficar para sempre preso a mim se insistisses em me ter. Riste-te confiante, tentaste relativizar, aligeirar como digo eu, mas deste-te mal e ficaste como o imaginava. És homem, sentes de forma diferente, mas tens muitos momentos. Sei, porque me dizes, que não te saio da cabeça, que cada um dos meus toques te ensombra, te faz vibrar de todo o prazer que te consegui passar, e nessa altura, sozinho sem que o consigas evitar, arrependes-te, não de me teres tido, mas de não me teres conseguido manter.
Dou trabalho. Questiono tudo o que me rodeia. Pergunto sem nunca desistir e só me sossego quando estou satisfeita, quando me respondem, mas usando as palavras certas. Sou uma alma irrequieta, provavelmente uma que já viveu quase todas as vidas que lhe estão reservadas, porque pareço sempre saber como vai tudo terminar, e raramente preciso que me mostrem os …

Qual é afinal o tamanho certo?

Existe uma medida, para todos, de tudo o que se possa imaginar. Sim, disso também!

Para bem de todos quantos povoam este cantinho de mundo, o tamanho certo é certo para cada um, pelos mais diversos motivos, mas não os vou maçar com uma aula de anatomia. Tal como os tamanhos, certo será sempre o que nos assentar bem, por isso não adianta medir ou catalogar, na altura "certa" saberemos.

Já cheguei a ouvir verdadeiras barbaridades acerca do alegado tamanho do dito cujo, por onde correram rios de tinta com tantas considerações. Mulheres mais ou menos satisfeitas, umas quantas traumatizadas para sempre, mas no geral, apenas muita desinformação, porque a verdade é que para cada pé o seu sapato.

Há por aí muita mulher que acha que se deveria pedir, sem qualquer pudor, que uns quantos homens, sobretudo os que têm comportamento de galos da capoeira unida, baixassem de imediato as calças e provassem o que tanto se esforçam por apregoar. Estão a imaginar a quantidade de chatices que n…

Já não gostas de mim?

Sei quem foi que me abordou e de que forma mostrou gostar de mim. Sei quando chegou e porque demorou, supostamente, muito tempo. Sei o que senti quando me tocou e porque me rendi a cada palavra. Sei tanto, mas de repente, sem qualquer aviso, passei a questionar tudo e a não ter como responder a nada.

Já não gostas de mim?

Por vezes nem queremos ouvir a resposta, talvez porque não seja necessário, as evidências por norma estão todas à vista, mas porque as palavras têm poder, elas curam, matam ou deixam morrer, precisamos sempre de algum som que acompanhe os consecutivos silêncios.

Já não gostas de mim?

Ainda nem te vi pestanejar. Não dás qualquer sinal de cedência. Não estás disponível, não para mim ou para as minhas perguntas. Não estás aqui, já não...

Como é que nos transformamos, do nada, a uma velocidade que parece superar a do pensamento, e mudamos tudo o que esperavam de nós? Qual é a nossa desculpa para o alheamento que força a que desistam de nos incluir? Se não queremos ou já n…

Dias que nunca são iguais!

Dias que nunca são iguais, não agora e apenas porque tu já estás em cada um. Para os dias correrem, para que tudo o que tenho para fazer seja feito, basta-me acordar e pensar em ti. Nada mais simples, nem tão natural. Os meus diasnunca são iguais, eu não permito, nem o tempo, nem tu, de cada vez que me recordas que sou eu e que sentes da mesma forma. Os meus dias não poderiam ser iguais, sobretudo agora, que tenho no meu "colo" mais um, e que sinto vontade de dizer, a todos quantos me conhecem, que a minha viagem finalmente começou.
Sonhar, desejar e depois concretizar, são momentos distintos e obrigam a movimentações, porque se nos paramos o medo cola-se, as perguntas avolumam-se e voltamos, rapidamente,  à nossa zona de conforto.
Se tenho abertura para novas músicas, para lugares que ainda não vi, para sabores exóticos e inusitados, porque não haveria de estar, totalmente, aberta a ti? Seria no mínimo burrice e acabaria por me impedir de ver a luz para além de cada estrela…

Queres saber quanto vale o amor que te tenho?

Quando percebi que passava mais de metade do meu tempo a gostar e a cuidar de ti, usei a outra metade para encetar uma conversa séria, eu comigo mesma. Ninguém pode ser mais importante do que a importância que me dá. Ninguém tem o direito de consumir o melhor de mim, oferecendo-me o que lhe sobrar. Ninguém poderá, alguma vez, esperar receber o que não consegue dar. 
A ti, curiosamente, nunca restaram dúvidas, mas para mim foi um ir e vir de conversas por terminar, ou de umas quantas tão amargas, que acabei da mesma forma que comecei, sem saber nada. Nada de ti. Nada do que planeavas fazer, porque os teus planos nunca me incluíam, nunca por demasiado tempo.
Queres saber quanto vale o amor que te tenho? Valeria muito se tivesse prosseguido por este caminho de solidão acompanhada. Valeria a vida que seria capaz de adaptar para viver contigo. Valeria o para sempre porque me manteria aqui, de pedra e cal, até que terminássemos ambos.
Quando tomas alguém por garantido e acreditas ter o pode…

Porque é que queres quem não te quer?

Não há qualquer dúvida que quanto mais conheço algumas pessoas, menos me identifico e mais sou forçada a analisar e a opinar!
Querem hoje, juram a pés juntos que são assim ou assado, mas no primeiro desaire, pimba, escancaram o mau carácter e o que até tinha um sabor doce, amarga com uma velocidade superior a um TGV. Deixem-me ver se consigo explicar uma coisa, BEM IMPORTANTE, existe uma chinela para cada pé, por isso não se esforcem para calçar sapatos errados, procurem o vosso número e sempre podem variar na cor e no formato, pronto. 
Isto porquê?
Vou fazer uns quantos bonecos, mesmo não sabendo desenhar bem. Não queiram querer quem não vos quer e não olhem, demasiado, para quem não vos olha, porque estarão a desperdiçar vida, tempo e os poucos neurónios com que foram bafejados. Juro que não sou arrogante, mas nunca me passaria pela cabeça estar à espera que o Gerard Butler soubesse quem sou e me procurasse, desculpem lá mas escolhi este porque é bom que dói. Sei quem sou. Sei o que…

Vamo-nos usar?

Qual é a parte do outro que nos faz mesmo falta e será que é errado querer apenas essa?
Vamo-nos usar? Eu a ti, como já aprendi e tu a mim, porque o sabes fazer tão bem. Se pudesse escolher não seria assim, não apenas corpo, não sem incluir mais nada de mim, mas na realidade não posso, não permites...
A verdade é que, e moralismos à parte, é bom, muito bom, saber que despertamos e sentimos desejo por alguém que terá chegado, sem que saibamos muito bem por que razão. Não sendo a certa, e hoje em dia parece que não acertar é invulgarmente comum, existirá algo que tende a permanecer. Alguns de nós movem-se pelo corpo, pelas emoções que apenas ele consegue passar e não passam sem cada uma delas. Acham que merecem e que compensa, de alguma forma, o esforço empreendido em mais uma tentativa de relação.
Vamo-nos usar? Sim, embora lá. Podemos. Queremos e no final regressamos, tu e eu, às nossas rotinas, mais plenos e sem culpas ou pecados. Dei-te. Recebeste. Escolhemos ambos fazer, e fizemos t…

Blogazine de Fevereiro!

Já temos neste mês de Fevereiro, mais uma revista totalmente escrita por bloggers, a pensar em cada um de vocês. O João Cajuda é o nosso entrevistado. Temos tudo o que o prenderá do início ao fim. Boas leituras!

Leia-nos AQUI

Gostava que te lembrasses de mim!

Achas que preciso de me recordar de como foste comigo? Será que ainda faz sentido que te traga assim, recusando-me a que te vás e a que volte a ser eu, em pé e a acreditar no que via antes?

Ainda não entendi por que razão, algumas pessoas nos marcam de forma a nos ensombrem a existência, mas já me "vão" explicando que têm uma função e que vêm para nos acrescentar e ensinar algo. Pronto, aceito e estou mais preparada para que entrem os que realmente forem importantes. Mas não haverá um único dia, em que não me lembre de todo e cada momento nosso. Não teria forma de deixar de lado tudo o que acabámos a viver juntos. Ajudaste-me a fechar ciclos. Carregaste-me ao colo quando mais ninguém se atrevia, desculpando-se da tal da "força" porque eras tu, genuinamente.

Sabes do que gostava mesmo? Era de que não te esquecesses de mim, do que te dei, do que representei e do que te prometi, porque iria cumprir cada pontinho. Gostava de te poder ouvir falar de nós, mais vezes. Go…

Será que há tempo que chegue?

Será que conseguimos olhar para o tempo da forma que ele corre, rapidamente e sem qualquer contemplação para com os indecisos. Será que há tempo que chegue para tudo o que ainda nos falta fazer? Será que não cedemos demasiado, esperando pelo amanhã e depois e depois, julgando que estaremos cá? Será que não somos demasiado ingénuos?


Caramba há tanto para agradecer e muito mais para melhorar. Existem momentos difíceis para todos nós e alguns sem aparente fim à vista, mas acordar num dia com sol, mesmo que o frio nos corte o rosto. Conseguir mover cada músculo, sorrindo ao que nos move e chorando porque podemos, é tão maravilhoso que deveria ser celebrado, conscientemente. Quando e de cada vez que nos é permitido fazer a manutenção dos sonhos, teremos que entender que há umas quantas coisas para agradecer e que desistir não poderá ser opção, não em nome dos que não conseguem adiar os dias, porque os perdem.
Será que há tempo que chegue para amarmos todos os que vão entrando? Seremos capa…

Se eu não fosse eu, seria quem, ou como?

Se eu não fosse eu, seria quem, ou como?
Por vezes faço-me esta pergunta, bem estúpida por sinal, mas que pelo menos me força a avaliar-me e a tentar entender os outros. Tenho dias, e em alguns matava para ser outra, mais ligeira, menos controladora e menos pés no chão. Gostava de me ver solta e a conseguir correr sem direcção. Mas outros há, dias claro está, em que sinto que se não fosse esta, teria que ser esta mesmo. Porra de vida!
Quem me dera saber usar os outros, espremê-los até que secassem e depois continuar, tipo retroescavadora, a devastar tudo. Bolas que até me assustei com a ideia. Havia de ser lindo, mas certamente que me forneceria escudos bem mais resistentes. Gostava e acreditem que tento, escolher, ter, e usar os que viessem, até que desgastasse o que quer que julgassem ter. Mas, e os meus mas são uma espécie de castigo, mas não nasci cabra o bastante para conseguir olhar para os outros sem me ver, por isso antecipo que continuarei a ser esta, cheia de boas intenções …

Será que não te vais arrepender?

Gostava de não ter arrependimentos daqueles que nos dilaceram por dentro. Gostava de saber que fiz tudo para que no meu futuro possa estar quem ficará para sempre. Gostava de te conseguir convencer que é de mim que precisas, mas quem sabe não estou enganada e sou apenas eu, a que te ama como sempre desejou, a precisar que sejas meu. Gostava de ter mais uns quantas respostas, mas sei que vou continuar a procurá-las.
Será que não te vais arrepender? É o que me pergunto quando paro, quando sou capaz de deixar o mundo correr sem mim, e me foco no que sou e quero para mim. No que toca ao amor, sei que não há nada de que me possa arrepender, porque fiz o que me mandou o coração, ouvi-o com atenção e entendi cada palavra. Não tenho do que me arrepender porque fui sempre eu mesma, genuína e dando-me como esperava receber. Nunca me poderei arrepender de saber aceitar quem reconheci, mesmo que não soubesse o suficiente e acabasse defraudada no final. 
A vida nunca pára. Não existem tréguas nem …

Posso até ter medos, mas apenas alguns!

Posso ter medos. Já percebi que me são permitidos os medos que entram de forma a desgastar-me, mas que preciso de saber combater. Obrigada a "ti" que hoje me soubeste ouvir ler, porque não sou sempre feita de coragem, tenho a humanidade dos restantes seres humanos e as fragilidades que me gelam os movimentos e me fazem ter vontade de desistir, de escolher o mais fácil, de deixar ir quem parece ter-se distanciado há muito, mas deixando-me a dor que parece não me querer abandonar.

Gostava que fosse diferente, não queria ter que te provar nada e pagava para não pensar, a cada segundo, sobre se o que fazes é agora diferente para que passe a ver-te com um outro olhar. Gostava de te ter aqui, de te tocar, provando-te que ainda te quero como antes, que o amor que sinto é sólido o bastante para te envolver e conseguir que me ames também. Gostava que fosses tu, algumas vezes, a vir até a mim, para que acalmasses este coração que apenas bate por ti. Gostava que me dissessem que não t…

Temos que saber SER!

Ser! Não há investimento maior, nem mais produtivo, mesmo que o caminho seja penoso. Todos queremos sobretudo parecer. Queremos que nos olhem da mesma forma que nos vemos, mas o natural é que tal não aconteça, não durante algum tempo, e não por quem nunca será verdadeiramente importante, porque se entendermos que apenas precisamos de nos provar para quem importa, talvez se torne tudo menos doloroso.

Recuso-me a ser das que têm que sentir uma perda para saber o sabor das coisas mais simples. Não preciso que me provem, tarde demais, que estava errada e que nada fiz para mudar. Ser eu, em todo o percurso, fará de mim alguém bem mais forte, porque quem me reconhecer saberá como lidar com o que tenho e acabo a oferecer.

Nunca temos o bastante. Nunca sentimos que chegámos suficientemente longe, mas a sensação é boa e produtiva, se o longe significar a nossa essência e não cada um dos bens que não teremos forma de levar "daqui". Os pedidos de ajuda são legítimos, a mão estendida par…

Está toda a gente a mudar!

Mudas tu. Mudei eu. Mudámos ambos e todos com os quais me cruzo agora. Mudar nem sempre significa que seja para melhor e algumas pessoas, a grande maioria, infelizmente, muda apenas de cor de cabelo, de estrutura física e de feitio, piorando-o trinta mil vezes.
Está toda a gente a mudar, pelo menos de consciência em relação às coisas. Alguns percebem que não são nada sozinhos, e que por isso mesmo devem cimentar os relacionamentos. Já outros não mudam, revelam-se, escancaram a faceta mais down, triste, feia e deplorável.
Por vezes sou uma romântica incorrigível e escolho acreditar no melhor dos outros, mas melhor mesmo talvez só tenham as costas, sobretudo quando a voltam. Por vezes dou-lhes algum tempo, mais um pouco, para ver se conseguem chegar ao mesmo patamar, mas acabo sempre por desistir, porque quem nos falha, descaradamente, logo no início, nunca mais se irá acertar.
Está toda a gente a mudar, é um facto, só gostava que fosse para melhor...