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Sobre Mim




Sou do signo de gémeos, com uma energia que cansa os que estão à minha volta, porque gosto de saber de tudo, de nunca parar, e porque quero ir mais longe, sempre. De energias positivas, raramente me deixo, ou permito abater.

Sou uma bookaholic, o cheiro e o toque dos livros encantam-me. Escrevo para me sentir viva. As palavras conseguem ser armas poderosas e eu sei usá-las muito bem. Este blog serve para acalmar a minha febre diária, a minha sede de construção de histórias, e de sons.

Mudei a forma como via as relações, quando me chegou quem julgava procurar, mas que afinal esteve sempre "aqui", na minha vida. Aprendi que amar é o que sei fazer melhor.

Nasci em África, daí o sangue quente, o dançar bem, o adorar música, e necessitar dela para as minhas constantes variações de humor. Canto bem, sem qualquer modéstia, muito bem até, e possuo uma voz que sempre surpreende os que a escutam!

Acredito que vim e chego aos outros,  por razões muito fortes e por isso preparada para o que me reserva a vida!

Iniciei-me na aventura da publicação de livros, tendo já escrito 5, mas vendo editado, em 2015, o meu primeiro, "Pedaços de Mim". Sei o que quero, sei onde vou estar, e visualizo cada percurso do meu futuro. É para isso que trabalho, arduamente, todos os dias. Estou na vida, sendo e permitindo que o sejam também os outros.

Empresto a minha voz num programa semanal na rádio Hertz (92/98), o "De Mulheres para Mulheres", num directo que me tem dado o outro da vida, aquele que terão as restantes mulheres.

Escrevo para a revista mensal Blogazine e estou a lançar um projecto de escrita por encomenda, a Pena e Papiro.

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Qual é o nome que chamo?

Qual é o nome que chamo? O teu, sempre, e em primeiro lugar!

Chamo o teu nome porque me conforta e aproxima de ti. Chamo o teu nome para te acalmar e para te deixar a ferver, cheio de vontade de mim. Chamo o teu nome quando desespero, por não ser capaz de me explicar.

Chamar por ti, de cada vez que preciso que me entendas e que te foques, em mim, sabendo que te irás aproximar, ainda mais. Já há algum tempo que chamo por ti, e que procuro fazer o que sempre fiz, contigo por perto. Já há algum tempo que chamar por ti, me passa a sensação de realidade, e de certeza. Chamo por ti por todo o amor que tenho e pela saudade que se foi agigantando e que se recusa a sair.

Estou pronta, hoje bem mais do que ontem, para chamar o teu nome quando o meu corpo se enroscar no teu, quando sentir do que és feito e quando o meu prazer se misturar no teu. Estou pronta, como nunca estive antes, para deixar para trás o que eu era, quando era apenas eu, e para receber o que passaste a representar. Estou pronta

Decidi!

Decidi escrever sobre nós e vou tentar fazê-lo sendo o mais fiel e genuína possível!

Não sei o que tens, ou talvez até o saiba, porque o que conseguimos foi sempre crescendo e melhorando. Não acontecemos logo no princípio, mas chegámos a uma velocidade estonteante, como nunca tinha sequer ouvido falar. Já não somos exactamente crianças e é por esse motivo que sempre acreditei que sabíamos o que queríamos e precisávamos um do outro. Pensava, mas pelos vistos de forma errada, porque nesta equação eu não sou a única parte importante.

Nunca me cruzou a ideia de que não tivesses aparecido no momento certo, porque encontrámos forma, eu e tu, de estabelecermos prioridades e de nos cuidarmos emocionalmente. Nunca, em momento algum, tive vontade de recuar e de me arrepender de ter embarcado na viagem mais louca da minha existência. Nunca senti que te deveria culpar por me teres procurado, porque me soube bem deixar de te fantasiar, tendo-te mesmo.

Dizias-me que sabias quem eu era e porque te d…

Em quem pensas?

Pensas em ti ou em nós?

Pensar inclui querer, ao outro, o que queremos para nós, tudo o que nos deixar melhor e que nos souber aos sabores que nos passam os sentimentos verdadeiros. Pensar em quem se ama, terá que ser feito bem antes de pensarmos em nós mesmos. Não conseguir pensar, significa apenas que queremos fechar a porta que abrimos, porque mantê-la aberta será demasiado.

Pensas em ti, ou em nós, quando estás sozinha, a olhar para o nada que criaste quando afastaste quem amavas? Pensas em ti, MESMO, quando te impedes de sentir o que apenas o outro te pode passar? Pensas em ti quando desistes, quando te magoas nas tuas palavras e de cada vez que rasgas, mais um pouco, o que já começou débil e inseguro?

Quando e enquanto o sono não chega, avalias o que foi passando, a uma velocidade que excedeu a tua capacidade de adaptação. Ouves as palavras, sentes os toques, mas somas cada lágrima e foram realmente muitas.

Pensas em ti quando percebes quem és e entendes que és assim mesmo, mais f…