Será que sabemos?




O que precisa o outro, de que forma podemos acrescentar os dias, fazê-los correr com mais cor, dizendo o que é suposto, de forma a que se entre e pacifique tudo o resto?

Que cuidado "largamos" em cada palavras, com quem nos importa?
Será que olhamos, atentos, para quem nos olha de volta?
Diremos, as vezes que bastam, tantas quantas encham as falta que acabamos a fazer, o que o outro deseja ouvir?

Quando me perguntam de que forma amo eu, respondo sempre que amo comigo dentro, inteira, sem precisar de subtrair nada, não agora, porque com o novo ano chegou uma nova mulher, uma que parece ter galgado milhas, aprendido a não se segurar, dizendo e fazendo o que importa para ser o que basta a quem me consiga ter.

Não sei tudo, mas chego lá, porque quero, porque sei da importância de dar, de mostrar, de fazer a diferença, sendo diferente. Se for de outra forma não vou conseguir bastar a quem me basta!