O elogio!

G»Feelme/O elogio! Tema: Sentimentos!
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Pegando numa frase, interessante, que alguém partilhou sobre os elogios, vou, com frases da minha autoria, porque tudo o que escrevo é meu, dizer o que penso sobre o assunto!

Eu, mais do que muita gente comum, sabe o poder do elogio, o quanto ele levanta a auto estima e confere uma confiança que nos redobra as forças, levando-nos até a ver muito para além do que fazíamos já. Para além de mulher, sou educadora, dos meus filhos e dos filhos dos outros, e elogiar, reparar no que fazem bem feito, mesmo que seja pequenino, é tão natural como respirar, e eu pratico o elogio. Eu uso o "está bem feito", "és fantástico", "és incrível", com o natural e necessário, "amo-te" porque sei que efeito que provocam.

Felizmente, não pertenço ao grupo dos que apenas encontram defeitos, nos outros, no sistema, na comida, no calor e no frio. Eu olho, sempre, e em primeiro lugar, para o que é tão bom que faz tudo o resto valer a pena, MAS... atenção, aqui vem o lado que ninguém gosta, porque incomoda, obviamente, eu não sei dourar a pílula e quando alguma coisa é mal feita, ao ponto de magoar ou prejudicar os outros, PIMBA, ataco.

O que tiver sido bem feito, e felizmente que conheço muita gente que me fez e faz bem, fica para sempre, e não apaga o que se fizer, posteriormente, mal. Mas se mexer com as emoções, se me tocar na alma como se toca uma ferida que acabámos de fazer, então a dor vai condicionar as decisões e serei obrigada a pesar e a medir cada acção e reacção. Não podemos, eu sei que não o faço, colocar uma pala como os burros e apenas olhar em frente, porque os lados também são parte da nossa vida e cada pedaço de muitos lados, reflectem o que queremos e esperamos de nós e dos outros.

Assim sendo, e sem muita filosofia, sendo curta e dura, (mas nesta parte sempre podes fechar os olhos e ouvires a minha voz, porque ela raramente se altera), vou-te dizer, meu querido, que o que fizeste de mal, superou e MUITO, o bem que conseguiste oferecer-me. Não tenhas a pretensão de achar que umas quantas palavras, poucas por sinal, uns beijos e abraços, daqueles que apenas chegavam após um longo despacho oficial, poderiam alguma vez apagar o que não fizeste, o caminho, mesmo que mínimo, que te recusaste a percorrer, o tempo que te "atreveste" a dividir com quem nem conhecias, por teres o ego demasiado inflamado. O teu errado, magoou tanto, que até duvidei do meu discernimento, mas se te deixar mais feliz, o teu bem ficou, está guardado, e irá sempre servir para memória futura, até porque nem toda a gente é apenas má, ou apenas pequena, muitas, e tu estás lá incluído, são apenas cobardes, e nunca assumem que erram e que isso jamais poderá ser elogiado, não por mim pelo menos.