Não se entende, nem se explica...

Konstancja for Atlas Magazine by Koty 2


Não se entende nem se explica, na maioria das vezes, o que procuram as pessoas, o que desejam realmente e até onde serão capazes de ir para se manterem como estão, quietos, miseravelmente infelizes, sem mexerem o pé que poderia acertar o outro!

Não vou ser capaz, muito provavelmente por mais que tente e me esforce, de entender os mal amados, os que andam sempre de dedo acusador apontado para tudo e para todos. Deve ser realmente muito difícil acordar-se zangado com o mundo, a respingar por tudo e por nada, de cara feia e com rugas vincadas dos intensos franzir de olhos e de boca. Tudo desaba de cada vez que se levantam e ainda se parte mais um pouco quando se vão deitar. IRRA!

"Como é que se atrevem, os outros, a serem felizes quando eu estou em baixo e a sentir-me um lixo"?

É isto que pensam os negativos de berço, ao invés de tentarem juntar-se aos que têm riso fácil e que acreditam que as tristezas não lhes pagam as dívidas, nem as de carma.

Não se explica a necessidade, quase que extrema, que alguns têm de ver o lado negro de tudo, duvidando até do que se atreva a correr bem. Não se explicam as ondas negativas que alguns emanam, tendo bem presente que se não são, os outros também não poderão. Não se explica que se escolha impedir as horas de correrem, estando de mal com tudo o que mexe. Não se explicam os sabores amargos que deixam instalar-se, para que nunca se esqueçam de que só sabem mesmo é serem infelizes. Não se explica que não tenham explicação para o errado que não permitem mudar, porque nunca ninguém poderá ser beneficiado. UFA, que cansaço!

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